Se os adeptos dos outros clubes fizessem o que eu fiz, já tinham sido 2 vezes Campeões do Mundo, 2 vezes Campeões Europeus, etc, etc, etc...
Há Homens para me acompanhar numa próxima?
Cheira-me que para vocês voar, é só para os pássaros!
terça-feira, março 31, 2009
sábado, março 28, 2009
sexta-feira, março 27, 2009
quinta-feira, março 26, 2009
Acreditar no Pai Natal
quarta-feira, março 25, 2009
terça-feira, março 24, 2009
domingo, março 22, 2009
Se não fosse o...
Sport Lucilio Benfiquista e...
...hoje havia novo capítulo.
Assim, fica para daqui a umas semanas.
sábado, março 21, 2009
sexta-feira, março 20, 2009
Amargas Ironias
quarta-feira, março 18, 2009
Us pástilha pa ficá branco
segunda-feira, março 16, 2009
Força meus BRAVOS!!
sábado, março 14, 2009
Bdéro ou Bede?
quinta-feira, março 12, 2009
"O Norte"
Primeiro, as verdades.
O Norte é mais Português que Portugal.
As minhotas são as raparigas mais bonitas do País.
O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela.
As festas da Nossa Senhora da Agonia são as maiores e mais impressionantes que já se viram. (...)
No Norte a comida é melhor.O vinho é melhor.O serviço é melhor.Os preços são mais baixos.Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma ninharia.
Estas são as verdades do Norte de Portugal.
Mas há uma verdade maior.
É que só o Norte existe.
O Sul não existe.
As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os Açores, a Madeira, Lisboa, et caetera, existem sozinhas.
O Sul é solto. Não se junta.
Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte.
No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos.
Quem é que se identifica como sulista?
No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos falam de Portugal inteiro.
Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país.
Não haja enganos.
Não falam do Norte para separá-lo de Portugal. Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal.
Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que constitui Portugal.
Mas o Norte é onde Portugal começa.
Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo. Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte.
Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa. Mais ou menos peninsular, ou insular.
É esta a verdade.
Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores são um caso à parte.
Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela entidade incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil misturadas, Continente.
No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem não quer a coisa.
O Norte cheira a dinheiro e a alecrim.
O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho.Tem esse defeito e essa verdade.
Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos portugueses) nessas coisas.
O Norte é feminino.
O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.
As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis,daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos.
Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança.
Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade.
Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas,de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens.
Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas.
São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem.
As mulheres do Norte deveriam mandar neste país.
Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são as senhoras em toda a parte. Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem silenciosamente.
Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial. Só descomposturas, e mimos, e carinhos.
O Norte é a nossa verdade.
Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do Norte só porque eram do Norte.
Assim também eu.
Ansiava por encontrar um nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu, lisboeta, prefiro o Norte.
Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os seus pedaços e pormenores.
Depois percebi.
Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos.Não escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras aterra maior que é o 'O Norte'.
Defendem o 'Norte' em Portugal como os Portugueses haviam de defender Portugal no mundo. Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma terra maior, é comovente.
No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto. Em Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas como as de Ponte de Lima. Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante ainda é mais bonita.
O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho ou Trás-os-Montes, se é litoral ou interior, português ou galego?
Parece vago. Mas não é.
(...)
O nome do Norte é Portugal.
Portugal, como nome de terra, como nome de nós todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira que têm de dizer 'Portugal' e 'Portugueses'.
No Norte dizem-no a toda a hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem patrioteirismos. Como se fosse só um nome.
Como 'Norte'.
Como se fosse assim que chamassem uns pelos outros.
Porque é que não é assim que nos chamamos todos?'
MEC
P.S. - Obg Miguel Cunha
O Norte é mais Português que Portugal.
As minhotas são as raparigas mais bonitas do País.
O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela.
As festas da Nossa Senhora da Agonia são as maiores e mais impressionantes que já se viram. (...)
No Norte a comida é melhor.O vinho é melhor.O serviço é melhor.Os preços são mais baixos.Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma ninharia.
Estas são as verdades do Norte de Portugal.
Mas há uma verdade maior.
É que só o Norte existe.
O Sul não existe.
As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os Açores, a Madeira, Lisboa, et caetera, existem sozinhas.
O Sul é solto. Não se junta.
Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte.
No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos.
Quem é que se identifica como sulista?
No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos falam de Portugal inteiro.
Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país.
Não haja enganos.
Não falam do Norte para separá-lo de Portugal. Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal.
Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que constitui Portugal.
Mas o Norte é onde Portugal começa.
Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo. Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte.
Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa. Mais ou menos peninsular, ou insular.
É esta a verdade.
Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores são um caso à parte.
Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela entidade incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil misturadas, Continente.
No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem não quer a coisa.
O Norte cheira a dinheiro e a alecrim.
O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho.Tem esse defeito e essa verdade.
Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos portugueses) nessas coisas.
O Norte é feminino.
O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.
As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis,daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos.
Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança.
Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade.
Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas,de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens.
Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas.
São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem.
As mulheres do Norte deveriam mandar neste país.
Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são as senhoras em toda a parte. Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem silenciosamente.
Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial. Só descomposturas, e mimos, e carinhos.
O Norte é a nossa verdade.
Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do Norte só porque eram do Norte.
Assim também eu.
Ansiava por encontrar um nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu, lisboeta, prefiro o Norte.
Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os seus pedaços e pormenores.
Depois percebi.
Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos.Não escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras aterra maior que é o 'O Norte'.
Defendem o 'Norte' em Portugal como os Portugueses haviam de defender Portugal no mundo. Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma terra maior, é comovente.
No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto. Em Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas como as de Ponte de Lima. Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante ainda é mais bonita.
O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho ou Trás-os-Montes, se é litoral ou interior, português ou galego?
Parece vago. Mas não é.
(...)
O nome do Norte é Portugal.
Portugal, como nome de terra, como nome de nós todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira que têm de dizer 'Portugal' e 'Portugueses'.
No Norte dizem-no a toda a hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem patrioteirismos. Como se fosse só um nome.
Como 'Norte'.
Como se fosse assim que chamassem uns pelos outros.
Porque é que não é assim que nos chamamos todos?'
MEC
P.S. - Obg Miguel Cunha
quarta-feira, março 11, 2009
terça-feira, março 10, 2009
Agg. 12-1
FODA-SE!
DOZE! TWELVE! ZWÖLF! DOUZE! DODICI! DOCE! TWAALF!
TOLV! DWUNASTU! DVANÁCT! DVANAEST! DVANAJSTIH!
KAHETEISTKÜMNE! ALAS-DOSE! KAKSITOISTA!
TIZENKETTEDIK! DUA BELAS! DIVPADSMIT! DVYLIKA!
Derrotas por números destes vão ser objecto de GOZO por todo o mundo, como tal...
Huge Stage on the Horizon!
Aqui está em 1ª mão como vai ser o incrível palco da nova digressão dos Irlandeses.
Já agora, se quiserem ver ao vivo só se forem ao Camp Nou.
http://360.u2.com/
Já agora, se quiserem ver ao vivo só se forem ao Camp Nou.
http://360.u2.com/
domingo, março 08, 2009
sexta-feira, março 06, 2009
quinta-feira, março 05, 2009
quarta-feira, março 04, 2009
Ponto de Situação
Meus amigos,
Após profunda reflexão sobre as razões que vos poderão estar a inibir de fazer comentários aos post's aqui colocados, nomeadamente os relativos à rubrica "Ontem", post´s esses que como devem imaginar me estão a dar grande trabalho (horas, dias) de procura, pesquisa, análise e tratamento/recuperação fotográfica:
na Torre do Tombo,
no Museu Nacional de Arte Antiga,
na Biblioteca da Fund. Calouste Gulbenkian,
no Swing,
no Ars Nova,
na antiga Sede da JSD de Rio Tinto (ali ao Martins Fernandes),
no lago da Quinta das Freiras,
no Restaurante Cardeal (ex-Arco Iris),
no Café Katió,
na Disco do Mocho,
na sucata onde estão o Renault 5 e Opel Kadett do Roger,
no Armazém do Pôr do Sol,
inclusivé escavações nas rodinhas,
estou indeciso entre duas conclusões:
1 - Este tipo de memórias e recordações não tem qualquer tipo de interesse;
2 - Não estou a ser suficientemente ... como hei-de dizer... incisivo (é a palavra que me ocorre agora) na forma como tenho apresentado as fotos.
Pois bem, depois de pensar no assunto durante 2 seg. inclino-me mais para a 2ª conclusão e como tal vou passar a ser um bocadinho mais agreste.
Sem mais,
Aguardem-me
Após profunda reflexão sobre as razões que vos poderão estar a inibir de fazer comentários aos post's aqui colocados, nomeadamente os relativos à rubrica "Ontem", post´s esses que como devem imaginar me estão a dar grande trabalho (horas, dias) de procura, pesquisa, análise e tratamento/recuperação fotográfica:
na Torre do Tombo,
no Museu Nacional de Arte Antiga,
na Biblioteca da Fund. Calouste Gulbenkian,
no Swing,
no Ars Nova,
na antiga Sede da JSD de Rio Tinto (ali ao Martins Fernandes),
no lago da Quinta das Freiras,
no Restaurante Cardeal (ex-Arco Iris),
no Café Katió,
na Disco do Mocho,
na sucata onde estão o Renault 5 e Opel Kadett do Roger,
no Armazém do Pôr do Sol,
inclusivé escavações nas rodinhas,
estou indeciso entre duas conclusões:
1 - Este tipo de memórias e recordações não tem qualquer tipo de interesse;
2 - Não estou a ser suficientemente ... como hei-de dizer... incisivo (é a palavra que me ocorre agora) na forma como tenho apresentado as fotos.
Pois bem, depois de pensar no assunto durante 2 seg. inclino-me mais para a 2ª conclusão e como tal vou passar a ser um bocadinho mais agreste.
Sem mais,
Aguardem-me
terça-feira, março 03, 2009
Ouço dizer que...
domingo, março 01, 2009
ULTIMA HORA
Hoje no Aeroporto Francisco Sá Carneiro chegou Miguelito Valderrama e seu empresário peruano Da Silva.
O jovem jogador, filho da estrela do futebol Colombiano foi entrevistado à chegada pelo nosso repórter:
Miguelito vem a Portugal em férias?
-No, vengo a jugar nel futbol Portugues!
Miguelito, neste momento já não é possível inscrever-se em nenhum clube!
-No es possible!?!?!? Mas el Sporting me ha fichado, no es verdad Da Silva?
...intervém então o seu empresário:
-Si es verdad, lo Sporting Club de S. Victor ha fichado Miguelito por la prossima epoca.
Para a proxima época, mas entretanto fica cá em férias?
-No, hasta Agosto Miguelito va a ser el Relaciones Publicas de una zona residencial de luxo aqui en Oporto, el Aleixo Residences.

O jovem jogador, filho da estrela do futebol Colombiano foi entrevistado à chegada pelo nosso repórter:
Miguelito vem a Portugal em férias?
-No, vengo a jugar nel futbol Portugues!
Miguelito, neste momento já não é possível inscrever-se em nenhum clube!
-No es possible!?!?!? Mas el Sporting me ha fichado, no es verdad Da Silva?
...intervém então o seu empresário:
-Si es verdad, lo Sporting Club de S. Victor ha fichado Miguelito por la prossima epoca.
Para a proxima época, mas entretanto fica cá em férias?
-No, hasta Agosto Miguelito va a ser el Relaciones Publicas de una zona residencial de luxo aqui en Oporto, el Aleixo Residences.

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Opinião Desportiva
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